Aquele sol pelo qual ansiamos nos dias de verão, para podermos aproveitar a praia ou o campo da melhor forma, é muito mais do que um círculo amarelo desenhado no cantinho da folha de papel, a rir.
O Sol é uma grande estrela com cerca de 1,4 milhões de quilómetros de largura e o seu interior preenche-se com gases variados. A superfície desta estrela, por sua vez, divide-se em três regiões: a fotosfera, a camada mais baixa e visível; a cromosfera e a coroa solar. Estas duas últimas camadas também emitem luz que apenas é visível aquando dos eclipses solares, isto é, quando a lua se coloca entre a Terra e o Sol.
A nível simbólico, o Sol traduz a luz, a vitalidade, o conhecimento, o poder, a imortalidade, associando-se a diversos rituais e costumes desde a Antiguidade Clássica. No Oriente, para os chineses, o Sol representava o poder imperial e para os japoneses ainda é um emblema nacional, estando até desenhado na bandeira do país, neste caso em forma de uma bola de fogo que simboliza o Sol nascente.
O Sol é também considerado um símbolo de Jesus Cristo: reflete a esperança, que se associa à ressurreição, e os seus raios podem representar os apóstolos.
E como diz Alice Vieira, “Eu bem vi nascer o Sol”!