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Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

Edição n.º 5

abril 2022

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Pinheirinho, pinheirinho, de ramos verdinhos

Decora-se a árvore de Natal, em casa, desde o século XVI, segundo rezam as lendas.
Na Alsácia, região francesa, a tradição natalícia era, naquela época, colocar uma árvore na sala de estar e decorá-la com doces, nozes e maçãs. Na verdade, as fontes documentais dizem que, em 1539, na Catedral de Estrasburgo, ali situada, se ergueu uma árvore de Natal.
Parece que a Igreja Católica, inicialmente, se posicionou contra as árvores de Natal, considerando que o Presépio era um símbolo suficiente para representar o Natal. Depois, muitos espaços florestais pertenciam a igrejas e, em meados de dezembro, eram invadidos para se recolherem árvores que seriam levadas para cada casa.
Já no século XX, aquela instituição aceitou a tradição. E o Papa João Paulo II, em 1982, no Vaticano, permitiu a primeira árvore de Natal na Praça de São Pedro, em Roma.

Nicolau, o santo generoso

Nicolau era filho de cristãos e nasceu na segunda metade do século III, em Patara.
Desde cedo, mostrou ser generoso para com os outros. Por exemplo, quando soube que um comerciante falido não tinha possibilidades de organizar um casamento digno para as suas filhas, atirou sacos de ouro e prata pela janela da casa e permitiu ao homem resolver aquele problema.
Realizou ainda outras ações semelhantes. Por isso, transformou-se na figura bondosa que, na época natalícia, distribuía presentes às crianças de todo o Mundo. E não tinham de ser apenas brinquedos. Podia ser tudo aquilo que fazia falta aos meninos e meninas, como roupa, alimentos ou uma noite em família.
Nicolau é o símbolo da bondade, da dedicação ao outro, da Humanidade.
Foi ‘substituído’ pelo senhor de barbas brancas e fato vermelho. Culpa da publicidade! Mas não convém esquecer a origem da história…