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Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

 

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Natal

Festa da família, da partilha, de Jesus.
Época para sermos ainda melhores, mais disponíveis, mais próximos dos que já nos são próximos.
Neste ano, que quase não conseguimos qualificar, resta-nos a alegria de dar ao Outro um sorriso, uma palavra de força, um olhar com esperança e compaixão.
E esperar de cada um nada mais do que a Humanidade que nos caracteriza a todos.
Um Santo Natal! E que 2021 chegue com saúde!

Podemos ser poucos à mesa,
Mas o importante é estarmos bem.
Com as casas enfeitadas
E com todos os cuidados, também!

O Natal é um dia especial,
O dia em que Jesus Cristo nasceu.
Uma estrela no céu sem igual
E a bondade, para sempre, apareceu.

Está quase a chegar o Natal,
As crianças estão contentes.
E para nada ficar mal
Tem de haver rabanadas quentes!

Este ano, o Natal vai ser diferente,
Mas a magia será igual.
Vamos receber presentes …
Vai ser especial!

Pinheirinho, pinheirinho, de ramos verdinhos

Decora-se a árvore de Natal, em casa, desde o século XVI, segundo rezam as lendas.
Na Alsácia, região francesa, a tradição natalícia era, naquela época, colocar uma árvore na sala de estar e decorá-la com doces, nozes e maçãs. Na verdade, as fontes documentais dizem que, em 1539, na Catedral de Estrasburgo, ali situada, se ergueu uma árvore de Natal.
Parece que a Igreja Católica, inicialmente, se posicionou contra as árvores de Natal, considerando que o Presépio era um símbolo suficiente para representar o Natal. Depois, muitos espaços florestais pertenciam a igrejas e, em meados de dezembro, eram invadidos para se recolherem árvores que seriam levadas para cada casa.
Já no século XX, aquela instituição aceitou a tradição. E o Papa João Paulo II, em 1982, no Vaticano, permitiu a primeira árvore de Natal na Praça de São Pedro, em Roma.

Nicolau, o santo generoso

Nicolau era filho de cristãos e nasceu na segunda metade do século III, em Patara.
Desde cedo, mostrou ser generoso para com os outros. Por exemplo, quando soube que um comerciante falido não tinha possibilidades de organizar um casamento digno para as suas filhas, atirou sacos de ouro e prata pela janela da casa e permitiu ao homem resolver aquele problema.
Realizou ainda outras ações semelhantes. Por isso, transformou-se na figura bondosa que, na época natalícia, distribuía presentes às crianças de todo o Mundo. E não tinham de ser apenas brinquedos. Podia ser tudo aquilo que fazia falta aos meninos e meninas, como roupa, alimentos ou uma noite em família.
Nicolau é o símbolo da bondade, da dedicação ao outro, da Humanidade.
Foi ‘substituído’ pelo senhor de barbas brancas e fato vermelho. Culpa da publicidade! Mas não convém esquecer a origem da história…

Belchior (Rei Mago)

Os Reis Magos mostram-nos a forma como devemos estar presentes na vida uns dos outros, não apenas no Natal. De entre os três, decidi ‘entrevistar’ o Belchior, porque o considero muito importante…

P: Para onde vai com o seu camelo e com as suas vestes?
R: Vou ver o Menino Jesus que nasceu. Sinto que será muito importante para toda a Humanidade.

P: E o que leva consigo?
R: Levo ouro para oferecer a Jesus. Este ouro representa a sua nobreza e importância, porque acredito que ele, um dia, também será um Rei. Os outros Reis Magos têm mais presentes para oferecer: incenso e mirra.

P: Tem alguma mensagem para (nos) deixar?
R: Estas lembranças verdadeiras que eu e os meus companheiros vamos entregar a Jesus são um símbolo que todos os humanos precisam de entender. É, desta forma, que devem trocar presentes entre vós. O respeito, o amor, a amizade, … são sempre o mais importante.

Pai Natal

O Pai Natal é um senhor gordinho, de barbas brancas. É carinhoso, generoso e muito forte, pois consegue carregar todas as prendas (sejam brinquedos ou sentimentos bons) dentro de um só saco… Decidimos colocar-lhe algumas questões.

P: Como consegue entregar todas as prendas apenas numa noite? Deve ser uma correria…
R: Não é difícil! As minhas renas estão muito bem treinadas e, por isso, ‘flutuam’ a uma velocidade bastante razoável, mas dentro dos limites de velocidade permitidos pela lei!

P: Qual é o seu segredo para ninguém o ver na véspera de Natal?
R: Eu tenho uma espécie de ‘sistema de camuflagem’. Estaciono silenciosamente nos telhados, desço à velocidade da luz pela chaminé e coloco as lembranças nas meias respetivas. Tudo isto aproveitando os momentos em que as pessoas estão a comer e comer e, portanto, estão distraidíssimas!

P: Mas, como consegue entrar pela lareira sem se queimar?
R: Os meus amigos elfos foram responsáveis pela solução para esse problema. Pedi-lhes que me fizessem uma bisnaga de água bem capaz. Assim sendo, apago o fogo das lareiras e atuo sem problemas. Esperto, hein?!

Rena Rodolfo

Conhecida pelo seu nariz vermelho, a mais famosa rena do Pai Natal faz parte da história desta época do ano. Por essa razão, e porque tínhamos algumas perguntas já pensadas, a Rena Rodolfo foi a nossa entrevistada.

P: Para começar, a pergunta óbvia… Por que razão o seu nariz é vermelho?
R: O meu nariz é vermelho por uma questão prática. Como voamos à noite – eu, as outras renas e o Pai Natal -, precisamos de ver o caminho pelo qual seguimos e o meu nariz reflete as luzes e serve como guia.

P: Parece-nos que é a melhor amiga do Pai Natal! Qual é o motivo dessa ligação entre os dois?
R: Bem, para além de ter o nariz vermelho e, por isso, combinar bem com a vestimenta do Pai Natal, também sou muito rápida a ‘voar’ e essa característica é muito vantajosa numa noite de grande azáfama pelos quatro cantos do Mundo.

P: Costuma ficar cansada nesta época do ano?
R: Não! Já estou habituada. Faço a mesma tarefa desde tempos tão distantes que, no início, o Pai Natal era magrinho e não tinha um cabelo branco. Para verem como tenho um treino de muitos e muitos anos…