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Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

 

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Se eu fosse uma música…

“Over the Rainbow” (Inês)

“Over the Rainbow” (Elsa)

“Andante, Andante” (Catarina)

“Imagine” (D. Albina)

“O Tempo” (Patrícia)

“Imagine” (D. Conceição)

“Desafinado” (Marisa)

“Melhor de Mim” (Susana)

“Nowhere Fast” (Joana)

“Imagine” (Emília)

“I Did It My Way” de Frank Sinatra (Sérgio)

“Valsa da Meia-Noite” (Ana Maria)

“Enquanto houver estrada para andar” (Rosa)

“Natal de Elvas” (Ana Paula)

“Porque é que vens?” (Cozinheira Carolina)

“Concerto para piano e orquestra 2” (Prof. Luís)

A música é…

Decidimos partilhar com todos o modo como olhamos, e ouvimos, a Música. Nas próximas linhas dizemos o que aquela pode significar …

Um conjunto de sons que combinam uns com os outros e, ainda, com o silêncio.
Compõe-se pela harmonia, pela melodia e pelo ritmo.
Dizem que se trata de uma prática cultural ou de uma arte com características próprias.
Está ligada à vida humana desde sempre, na verdade, desde a Pré-História.
Faz-se, também, com diferentes instrumentos musicais criados pelo ser humano e que podem ser usados nos vários estilos, como no Hip Hop, na Música Clássica, no Jazz, etc.
Uma forma de entretenimento ou de relaxamento para quem a escuta com atenção.
Por isso, está presente em diferentes momentos da nossa vida, como festas, bailes ou situações mais tristes.

A Portuguesa

Heróis do Mar, Nobre Povo, … Em cerimónias oficiais ou nos jogos da seleção nacional cantamos aqueles, e os outros, versos a uma só voz! É um símbolo de Portugal!

‘A Portuguesa’ foi composta ainda no século XIX, como resposta patriótica ao Ultimato Inglês de 1890. Os revoltosos de 31 de janeiro de 1891 utilizaram-na como marcha própria. Nessa altura cantava-se “Contra os bretões marchar, marchar”.
A partir de 1910, com letra de Henriques Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, ‘A Portuguesa’ assumiu-se como o Hino Nacional Português e o Ministério da Guerra definiu que, quando tocada, todos os militares fardados haviam de fazer continência e todos os presentes deviam colocar-se de pé até ao final.
A versão oficial do Hino, que costumamos cantar em momentos solenes, e que é mais curta do que a original, foi aprovada em definitivo no ano de 1957. Nesse sentido, elaborou-se uma versão para a grande orquestra sinfónica, da autoria de Frederico de Freitas, e, a partir desta, uma outra para a grande banda marcial, pelo major Lourenço Alves Ribeiro, inspetor das bandas militares.
E, agora, cantamos “Contra os canhões marchar, marchar”.

Com estilo (musical)

 

O Rock terá aparecido em 1950, nos EUA, utilizando como instrumentos principais a bateria, a guitarra elétrica e o baixo. A banda portuguesa Xutos e Pontapés destacou-se neste estilo musical.
O Funk teve origem nas comunidades afro-americanas, nos EUA, na década de 1960. Diz-se que, por sua vez, o Samba-Funk foi criado pelo pianista Dom Salvador.
O Fado é um estilo tradicional português, normalmente cantado por uma pessoa acompanhada por uma guitarra clássica e uma guitarra portuguesa. É considerado Património Cultural Imaterial da Humanidade. Alfredo Marceneiro ou Mariza são nomes de fadistas portugueses.
O Heavy Metal, no final da década de 1960, terá surgido no Reino Unido e nos EUA. Os instrumentos preferidos pelas bandas deste estilo são as guitarras, as baterias e os teclados.

Casa da Música

Edifício emblemático da cidade do Porto. O que sabemos sobre ele?!

A Casa da Música foi projetada pelo holandês Rem Koolhaas e a sua construção ficou concluída em 2005.
Para além de uma forma exterior original, o edifício é constituído por variadas salas. O coração do monumento é a Sala Suggia. A Sala 2, destinada aos concertos, apresenta uma excelente acústica e portas de acesso aos camarins dos artistas. A Sala Laranja é multifuncional e tem uma ‘parede escorrega’ mais dirigida às crianças. A Sala Roxa, devido às luzes led, ocupa-se com atividades para os mais novos. A Sala dos Azulejos ou Sala VIP serve para receções ou lançamentos de discos.
O parque de estacionamento é, também, muito amplo e o terraço, no último andar, permite que se aviste parte da cidade do Porto.
Nós já lá fomos e gostamos muito do espaço! Visitem-no, que vão gostar também!

“Obrigada, obrigada”

Amália Rodrigues é considerada a Rainha do Fado e está sepultada no Panteão Nacional, como reconhecimento da sua importância para o país.

Amália Rodrigues nasceu no dia 23 de julho de 1920, em Lisboa.
Aos 6 anos mudou-se para o Bairro de Alcântara, onde cresceu até aos 19 anos, com os avós e, depois, com os pais.
Abandonou os estudos, após a escola primária. Foi aprendiz de costureira e de bordadeira e operária numa fábrica de rebuçados e chocolates.
Em 1935, escolheram-na para cantar o “Fado de Alcântara” como solista. Continuou a cantar em festas, mas com nome de Amália Rebordão.
Só mais tarde adotou o nome Amália Rodrigues, por sugestão de Filipe Pinto, o diretor artístico do Solar da Alegria.
Eternizou fados como “Uma Casa Portuguesa”, “Tudo isto é Fado” ou “Estranha Forma de Vida”, tornando-se numa embaixadora de Portugal no mundo.
No ano de 1999, em Lisboa, Amália Rodrigues morreu, ficando para sempre ligada ao fado e ao país.