CEIC NOTÍCIAS

Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

Edição n.º 5

abril 2022

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Música

Desta vez, vamos ‘dar-vos música’.
Com a 3.ª edição do CEIC Notícias, não aprendemos o ‘dó, ré, mi’, mas ficamos a saber muito mais sobre diferentes profissionais da área da Música, instrumentos musicais diversos e curiosidades de uma área artística tão variada e harmoniosa.
Há entrevistas com múltiplos acordes, notícias nada graves e umas estórias em voz aguda.
Que, com esta melodia, façamos um coro de conhecimentos bem afinados. Na escala do saber, estamos a subir o nosso tom. E esperamos que o vosso também!

… Sónia Soares (corista)

A mãe da nossa colega Matilde Soares (5.ºA) faz parte de um coro de Igreja. Aí tem a oportunidade de contactar com a música e experimentá-la de uma forma muito particular. Afinal, o que é isso de ser corista?

P: Como surgiu a oportunidade de cantar num coro?
R: Surgiu por volta dos 4 anos de idade, pois a minha mãe fazia parte do coro (que acabei por integrar) e levava-me aos ensaios.

P: O que mais gosta nesta atividade?
R: Da família que se constrói dentro do coro. Ao fim de algum tempo, estamos todos ligados por um laço de amizade bem forte.

P: Há algum cantor que seja uma inspiração para si? Qual? Por que razão?
R: Posso dizer que todos os cantores nos tocam, cada um de uma forma especial. Mas, ainda assim, não tenho nenhum em concreto que me inspire ou que me leve a querer ser como ele.

… José Moura (professor)

Quisemos escutar mais um professor do CEIC da área da Música… Leiam as suas respostas…

P:Qual o seu instrumento musical favorito para além do que toca? Por que razão?
R: É o violoncelo e por várias razões… Possui um timbre muito bonito, uma sonoridade grave e muito expressiva, pela forma como é tocado e o contacto que tem com o corpo humano. Alem disso, nos dias de hoje, é muito versátil no que diz respeito ao repertório que toca e à sua utilização nas diferentes tipologias de música: clássica, pop, rock, entre outras.

P: Qual a sua motivação para ter seguido a área da Música?
R: Foram vários os fatores: o ambiente familiar em que estava inserido, embora os meus pais nunca tivessem estudado música, sempre me apoiaram e incentivaram para a aprendizagem de um instrumento musical; ter amigos que também andavam a aprender a tocar um instrumento; gosto pela arte musical; a curiosidade em perceber como um artista pode transmitir os seus sentimentos e emoções através dos sons.

P: Aqui no Colégio, que aulas leciona? Como têm corrido?
R: Formação Musical e Classe de Conjunto. Na primeira, procuro, além de ensinar os sinais e símbolos que representam a linguagem musical, explorar a criatividade dos alunos. Na segunda, a aula tem uma componente de trabalho de grupo, na qual fomento a prática coral em diferentes géneros musicais e sempre que possível a prática de instrumento Orff. De uma forma geral, as aulas têm corrido bem, tento manter os alunos motivados e interessados.

… Daniela Marques (professora de Música)

Para esta edição do jornal sobre Música, fazia todo o sentido entrevistar a nossa professora Daniela.

P: Por que razão/ões começou a trabalhar na área da Música?
R: Antes de mais, obrigada pela oportunidade de participar no vosso jornal de parede! A música sempre foi um sonho para mim e desde muito pequena imaginava-me a ensinar, a ser Professora, não sabia do quê… Mais tarde, essa dúvida desapareceu, a música era o caminho a seguir. Não foi a minha primeira formação, foi Direito, e provavelmente não será a última, mas será para toda a vida.

P: Qual o seu instrumento musical favorito? Porquê?
R: Esta resposta é fácil: a Flauta Transversal, e foi precisamente neste instrumento que incidiu a minha formação. Comecei com 13 anos, numa banda filarmónica da minha terra, de seguida ingressei no Conservatório para aprender mais sobre este incrível instrumento, que eu adoro, e depois na Universidade do Minho, para novamente aprofundar conhecimentos. É lindo e tem um som doce!

P: Qual a sua opinião sobre o CEIC? E sobre as nossas aulas de Música?
R: Comecei a lecionar no CEIC apenas este ano, por indicação do Prof. José Moura, e confesso que estou a adorar. Cada turma tem as suas características, é única e especial. O meu objetivo é que todos terminem o seu percurso a adorar este mundo mágico da música. Que nas aulas toquem instrumentos, explorem o seu corpo, cantem, dancem, se divirtam e sejam felizes, porque afinal é para isso que serve a música!

Sabiam que…

O corpo da maioria dos violoncelos tem um estreitamento para que mais facilmente seja colocado sobre o joelho ou as coxas.

As primeiras flautas lembravam apitos, pois só tinham um buraco e eram feitas de ossos de animais e humanos.

No saxofone, ao soprarmos a boquilha, é gerada uma coluna de ar que faz vibrar a palheta, produzindo o som.

O chocalho começou por ser utilizado para conduzir animais, mas, a partir da década de 1950, os conjuntos musicais adotaram-no como instrumento.

Os pianos apresentam teclas pretas e brancas para a diferenciação dos sustenidos.

E outras informações mais… (parte 2)

 

O violino é o instrumento de cordas friccionadas mais agudo desta categoria. Por isso, a sua sonoridade é relativamente estridente.
As primeiras cordas de um violino eram feitas de tripa de carneiro! Acreditam nisto?!

E outras informações mais… (parte 1)

 

A cantora Ariana Grande nasceu a 26 de junho de 1993 e, atualmente, vive na Califórnia.
Começou por cantar para a série Victorious, da Nickelodeon, onde também participou como atriz. Tem já seis álbuns musicais lançados, tendo sido o primeiro, em 2013, “Yours Truly”.
Na área da representação, interpretou diferentes papéis em peças de teatro e tem dado voz a personagens de filmes de animação.

Ainda a ‘música’ de Natal

No meu melhor Natal, eu acordei e vi a mesa de festas, fui ter com o meu pai e perguntei-lhe:
– Pai, quem pôs a mesa?
– O Pai Natal – disse o meu pai a gozar.
Quando, de repente, a Alegria entrou seguida da Solidariedade e foram encostar-se a um canto à espera das pessoas. Quando elas chegaram, a Solidariedade e a Alegria entraram nas pessoas, em todas. Menos numa. Essa pessoa era o meu avô. Cheguei à beira dele e perguntei-lhe:
– O que se passa avô?
– Sabes, netinho, é que agora, que sou velho, ninguém me dá presentes. – respondeu o avô. Eu disse-lhe:
– Mas, avô, o objetivo do Natal não é esse, é festejar com a família.
Depois disto, para ajudar, a Solidariedade e a Alegria entraram nele também.
Então, em vez de receber, ele só queria dar, dar e dar. Quando acabou o Natal, eu descobri que não foi nem a Alegria nem a Solidariedade a fazê-lo ficar feliz, foi ele que descobriu o significado do Natal.
Eu tornei aquele o melhor Natal do avô!

Se eu fosse uma música…

“Over the Rainbow” (Inês)

“Over the Rainbow” (Elsa)

“Andante, Andante” (Catarina)

“Imagine” (D. Albina)

“O Tempo” (Patrícia)

“Imagine” (D. Conceição)

“Desafinado” (Marisa)

“Melhor de Mim” (Susana)

“Nowhere Fast” (Joana)

“Imagine” (Emília)

“I Did It My Way” de Frank Sinatra (Sérgio)

“Valsa da Meia-Noite” (Ana Maria)

“Enquanto houver estrada para andar” (Rosa)

“Natal de Elvas” (Ana Paula)

“Porque é que vens?” (Cozinheira Carolina)

“Concerto para piano e orquestra 2” (Prof. Luís)

A música é…

Decidimos partilhar com todos o modo como olhamos, e ouvimos, a Música. Nas próximas linhas dizemos o que aquela pode significar …

Um conjunto de sons que combinam uns com os outros e, ainda, com o silêncio.
Compõe-se pela harmonia, pela melodia e pelo ritmo.
Dizem que se trata de uma prática cultural ou de uma arte com características próprias.
Está ligada à vida humana desde sempre, na verdade, desde a Pré-História.
Faz-se, também, com diferentes instrumentos musicais criados pelo ser humano e que podem ser usados nos vários estilos, como no Hip Hop, na Música Clássica, no Jazz, etc.
Uma forma de entretenimento ou de relaxamento para quem a escuta com atenção.
Por isso, está presente em diferentes momentos da nossa vida, como festas, bailes ou situações mais tristes.