CEIC NOTÍCIAS

Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

Edição n.º 5

abril 2022

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Que árvore é esta?

Gostamos de, no tempo de recreio, subir e pendurar-nos nas árvores.
É uma forma de treinarmos a nossa agilidade física e de passarmos o tempo entre colegas.
Quisemos saber mais sobre as árvores presentes no Colégio e fomos perguntar…

Aquela da qual mais nos falaram pode ser assim apresentada:

     > É um pinheiro;

     > Tem 21 anos;

     > É conhecida por todos;

     > É resistente;

     > A sua folha é persistente.

(Ah! Não podemos tentar levá-la para casa para as decorações de Natal!!)

Guardado o coração

No ano em que se comemoram os 200 anos da Revolução Liberal Portuguesa, e porque a cidade do Porto fica mesmo aqui ao lado, por que não ficar a conhecer esta estória da História (de Portugal)?

O coração de D. Pedro IV está depositado na capela-mor da Igreja da Lapa, num sarcófago. A chave do mesmo guarda-se numa das gavetas da secretária do Presidente da Câmara.
Foi o próprio D. Pedro que desejou que o seu coração, embalsamado, fosse entregue à cidade do Porto, sobretudo como reconhecimento pelos enormes sacrifícios dos portuenses aquando do Cerco do Porto, ainda na primeira metade do século XIX.
Era à Igreja da Irmandade da Lapa que o antigo rei português ia assistir à missa de domingo e a outros atos religiosos. Como tal, faria todo o sentido que o seu coração ali repousasse. Após autorização daquela Irmandade, a vontade do monarca liberal foi efetivada.

Assim começou a monarquia

Quem foi o 1.º rei de Portugal? Fácil, D. Afonso Henriques…
Como queríamos saber mais, pesquisamos outras informações interessantes.

Afonso Henriques terá nascido entre 1106 e 1111, não se sabendo com certeza a data. Naquela época, os registos não funcionavam muito bem!
Casou-se com Mafalda de Sabóia e tiveram sete filhos. De entre eles, temos de destacar aquele que viria a ser o segundo rei de Portugal, Sancho (ou melhor, D. Sancho I).
Em 1143 (quem não sabe esta data, não é bom português!), o rei de Leão e Castela assinou o Tratado de Zamora e Portugal começava o seu caminho de independência.
Mais tarde, em 1179, o Papa Alexandre III reconheceu o Reino de Portugal e D. Afonso Henriques como o primeiro rei do mesmo (Aleluia!).
Cerca dos 76 anos (mais coisa, menos coisa), Afonso Henriques viria a falecer.
O seu nome está presente em todos os livros sobre a História de Portugal, pois claro!

Pela nossa saúde…

É essencial que, neste momento, algumas regras de higiene e segurança sejam cumpridas para bem da nossa saúde.
Para prevenir qualquer situação de infeção pela Covid-19, assim como para garantir o bem-estar de todos no espaço no qual estamos diariamente, reforçamos algumas ações fundamentais…

1. Temos, em cada sala de aula, uma embalagem de álcool gel e, também, um desinfetante e um pano para limpar secretárias e cadeiras.

2. Temos, nas casas de banho, água e sabonete para lavarmos as mãos várias vezes ao dia.

3. Temos, sempre, de usar máscara quando estamos próximos dos nossos colegas e na sala de aula.

4. Temos, ainda, de manter o distanciamento social.

5. Antes do almoço, lavamos e desinfetamos as mãos.

6. Almoçamos cada um no seu lugar, separados, e, no fim, a funcionária desinfeta a mesa.

Sobre a Maia

Estamos na cidade da Maia. Todos os dias da semana cá passamos umas quantas horas do nosso dia. Mas, o que sabemos sobre a história desta cidade portuguesa?
Vamos confirmar algumas ideias…

O Município da Maia provém da Terra da Maia, que se estendia, em meados do século XIII, desde a cidade do Porto até à margem esquerda do rio Ave.
Já em 1519, D. Manuel concedeu foral ao concelho da Maia. Desde essa data, e até 1902, a sede do concelho situava-se no Castêlo da Maia. Mais tarde, o Castêlo da Maia foi elevado à categoria de vila, sendo constituída por várias freguesias.
Entre 1832 e 1834, durante a guerra civil portuguesa, a Maia presenciou de perto a luta entre absolutistas e liberais: os avanços e recuos das tropas; os quartéis-generais; os ataques e as defesas de cada um dos lados.
Pouco visível no principiar do século XX, a cidade só viria a despertar, mais tarde, por razão de uma outra forma de se perceber a ação autárquica.

O que é?

Será que conhecemos o Colégio como a palma das nossas mãos?
A partir de uma pista, apenas, o desafio está lançado: o que está por detrás desta fotografia?
“E esta, hein?”