CEIC NOTÍCIAS

Jornal do Colégio Externato Imaculada Conceição

 

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Editorial

Estamos de volta! E que saudades…
Um novo ano letivo e um novo grupo de ‘jornalistas’, os alunos do 5.º A.
Manteremos, sempre, a nossa forma de trabalhar empenhada e honesta. As secções do jornal também são aquelas que já conhecemos. Temos notícias, entrevistas, estórias e curiosidades. Mas, para não ser tudo igual, acrescentamos uma novidade: Find out!. Podem ficar a conhecê-la já nesta 1.ª edição, cujo tema é a Natureza.
Boas, e naturais, leituras!

Find Out!

…um profissional do ambiente

Filipe Oliveira, tio do Gustavo, é biólogo e foi entrevistado pelo sobrinho e seus colegas sobre o tema desta edição do CEIC Notícias.

P: Qual a sua opinião sobre as pessoas que atiram lixo para o chão?
R: Têm pouca educação ambiental e desconhecem o efeito muito negativo que esse ato tem no meio ambiente. Por exemplo, o lixo chega mais longe e contamina as linhas de água, também.

P: Por que razão, ao longo dos anos, os espaços verdes foram diminuindo?
R: Sobretudo porque a área da construção se tem desenvolvido bastante e vai ocupando, com novos edifícios, os vários espaços disponíveis. Essa situação é mais visível no litoral de Portugal, nomeadamente no Grande Porto e na Grande Lisboa.

P: As placas tectónicas mexem por que motivos?
R: O planeta Terra não é estático. De facto, é composto por várias placas tectónicas que estão sempre em movimento, sendo algo natural, que faz parte. Assim sendo, às vezes, podem acontecer terramotos ou podem aparecer vulcões que, depois, entram em erupção. Na verdade, são fenómenos perfeitamente naturais.

…uma professora consciente

A professora Olívia, nas aulas de Ciências Naturais, conversa connosco sobre o ambiente e a forma como também nós podemos protegê-lo e preservá-lo. Nesta edição, pareceu-nos boa ideia que partilhasse as suas opiniões com todos. Ora leiam.

P: O que faz para poupar água?
R: Posso dar-vos vários exemplos: fecho a torneira enquanto escovo os dentes, opto pelo banho de chuveiro, no autoclismo coloco uma garrafa, no meu jardim prefiro ter plantas que necessitam de pouca água, como o agapanto.

P: E, em geral, o que podemos fazer para proteger a Natureza?
R: A reciclagem é fundamental, podemos usar os transportes públicos sempre que possível e evitar inúmeros automóveis poluentes, convém comprar produtos em embalagens recicláveis e reutilizar sacos e garrafas.

P: Quer deixar um conselho aos seus alunos sobre este tema?
R: Um conselho simples, mas importante: na vossa vida diária, hoje e amanhã, pensem não só no momento, mas também no que pode acontecer, no futuro e devido às ações humanas, ao planeta onde todos queremos continuar a viver.

…quem se preocupa com o futuro

Nesta 1.ª edição do CEIC Notícias, sendo a Natureza o tema principal, resolvemos entrevistar a professora Sara Vieira sobre a possibilidade de salvarmos a Natureza através do Desenvolvimento Sustentável.

P: Acredita que com o Desenvolvimento Sustentável podemos ajudar a Natureza?
R: Sim, precisamos de repensar os nossos comportamentos do dia a dia e, se formos mais conscientes e cuidadosos, podemos evitar ou contrariar vários problemas que estão a afetar-nos cada vez mais. Por exemplo, o aquecimento global ou os fenómenos naturais mais frequentes.

P: O que é podemos fazer para cuidar do planeta Terra?
R: Ainda é possível fazer muito. Penso que, acima de tudo, precisamos de mudar a nossa mentalidade. Não podemos só pensar no presente, temos de ter em conta o dia de amanhã e o futuro das crianças de hoje, nossos filhos ou alunos.

P: Será viável, ainda, evitar a extinção de espécies animais? Quais?
R: Sim, se o comportamento humano for outro, tal como referi anteriormente, creio que podemos evitar a extinção da coruja-das-torres, do koala ou do tubarão-branco, por exemplo. Mas não basta querer é preciso, realmente, que algo seja feito nesse sentido.

O aquecimento global…

Sabiam que…

daqui a 30 anos, se o aquecimento global se mantiver, os glaciares do Ártico estarão todos derretidos?

o maior terramoto que Portugal sofreu foi em 1755, provocando uma grande destruição da Baixa de Lisboa?

há várias organizações nacionais e internacionais preocupadas com a proteção ambiental e com as quais podemos colaborar?

Rir com naturalidade

Dois malucos estão em cima de uma árvore de fruto e, de repente, um cai. Diz o outro:
– Está maluco ou quê?!
— Não, estou maduro!

 

Conversa entre duas amigas:
– Não és tu que percebes de astros?
– Sim, porquê?
– Porque estava aqui a pensar o que seria mais velho: o Sol ou a Lua…
— Hummm… Isso não sei. Mas deve ser a Lua, uma vez que o Sol ainda não sai à noite.

Vamos continuar a poluir?!

Era uma vez uma menina que estava sempre a poluir. Nem se dava ao trabalho de deitar o lixo nos contentores. Os pais diziam-se que não podia atirar lixo para o chão, mas ela não queria saber.
Um dia, a menina deitou uma pequena borracha ao mar, porque já não a queria. Uns dias depois, quando estava a almoçar, para seu grande espanto, encontrou a borracha dentro do peixe que ia comer.
A rapariga ficou a pensar no assunto e, a partir desse dia, passou a ser muito mais cuidadosa e amiga do ambiente. Percebeu que se deitasse lixo na terra ou na água, o mesmo podia servir de alimento para um qualquer animal que depois pode ser alimento de um ser humano.
Desde então, separa o lixo e coloca-o nos contentores corretos: o plástico no amarelo, o vidro no verde e o papel no azul.

Stop ao efeito de estufa

O efeito de estufa é um processo físico provocado por alguns gases presentes na atmosfera, como o dióxido de carbono, o metano ou o óxido de nitroso, que absorvem a radiação sob a forma de calor e impedem que a mesma seja libertada para o espaço.
Esta situação contribui para o aquecimento global, apesar de o efeito de estufa controlado ser essencial para manter o planeta aquecido e assegurar a vida na Terra.
No entanto, o efeito de estufa tem alcançado níveis muito prejudiciais devido ao uso descontrolado de combustíveis fósseis, à utilização de certos fertilizantes ou ao elevado desperdício alimentar.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é necessário reduzir 70% das emissões de gases com efeito de estufa até 2050 e 100% até ao ano de 2100. Caso contrário, as consequências serão desastrosas para a sobrevivência dos diferentes seres vivos existentes.