Heróis do Mar, Nobre Povo, … Em cerimónias oficiais ou nos jogos da seleção nacional cantamos aqueles, e os outros, versos a uma só voz! É um símbolo de Portugal!

‘A Portuguesa’ foi composta ainda no século XIX, como resposta patriótica ao Ultimato Inglês de 1890. Os revoltosos de 31 de janeiro de 1891 utilizaram-na como marcha própria. Nessa altura cantava-se “Contra os bretões marchar, marchar”.
A partir de 1910, com letra de Henriques Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, ‘A Portuguesa’ assumiu-se como o Hino Nacional Português e o Ministério da Guerra definiu que, quando tocada, todos os militares fardados haviam de fazer continência e todos os presentes deviam colocar-se de pé até ao final.
A versão oficial do Hino, que costumamos cantar em momentos solenes, e que é mais curta do que a original, foi aprovada em definitivo no ano de 1957. Nesse sentido, elaborou-se uma versão para a grande orquestra sinfónica, da autoria de Frederico de Freitas, e, a partir desta, uma outra para a grande banda marcial, pelo major Lourenço Alves Ribeiro, inspetor das bandas militares.
E, agora, cantamos “Contra os canhões marchar, marchar”.